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segunda-feira, 27 de maio de 2013
Regimes totalitários - texto
REGIMES TOTALITÁRIOS
Com o fim da Primeira Guerra Mundial, a Europa teve
de enfrentar uma de suas piores crises econômicas. O uso do território europeu
como principal palco de batalha acarretou na redução dos setores produtivos e
inseriu a população de todo continente em um delicado período de pobreza e
miséria. Além dos problemas de ordem material, os efeitos da Grande Guerra
também incidiram de forma direta nos movimentos políticos e ideologias daquela época.
Como seria possível retirar a Europa daquela crise? Essa era uma questão que preocupava a população como um todo e, com isso, diversas respostas começaram a surgir. Em um primeiro momento, a ajuda financeira concedida pelos Estados Unidos seria uma das soluções para aquela imensa crise. No entanto, as esperanças de renovação sustentadas pelo desenvolvimento do capitalismo norte-americano foram completamente frustradas com a crise de 1929.
Dessa maneira, a sociedade europeia se mostrava completamente desamparada com relação ao seu futuro. As doutrinas liberais e capitalistas haviam entrado em total descrédito mediante sucessivos episódios de fracasso e indefinição. Paralelamente, socialistas e comunistas – principalmente após a Revolução Russa de 1917 – tentavam mobilizar a classe trabalhadora em diversos países para que novos levantes populares viessem a tomar o poder.
A crise, somada às possibilidades de novas revoluções populares, fez com que muitos vislumbrassem uma nova onda de instabilidade. Foi nesse momento em que novos partidos afastados do ideário liberal e contrários aos ideais de esquerda começaram a ganhar força política. De forma geral, tais partidos tentavam solucionar a crise com a instalação de um governo forte, centralizado e apoiado por um sentimento nacionalista exacerbado.
Apresentando essa perspectiva com ares de renovação, tais partidos conseguiram se aproximar dos trabalhadores, profissionais liberais e integrantes da burguesia. A partir de então, alguns governos começaram a presenciar a ascensão de regimes totalitários que, por meio de golpe ou do apoio de setores influentes, passaram a controlar o Estado. Observamos dessa forma o abandono às liberdades políticas, e as ideologias sendo enfraquecidas por um governo de caráter autoritário.
Na Itália e na Alemanha, países profundamente afetados pela crise, o nazismo e o fascismo ascenderam ao poder sob a liderança de Benito Mussolini e Adolf Hitler, respectivamente. Na Península Ibérica, golpes políticos engendrados por setores militares e apoiados pela burguesia deram início ao franquismo, na Espanha, e ao salazarismo, em Portugal.
Em outras regiões da Europa a experiência totalitária também chegou ao poder pregando o fim das liberdades civis e a constituição de governos autoritários. Na grande maioria dos casos, a derrocada do nazi-fascismo após a Segunda Guerra Mundial, serviu para que esses grupos extremistas fossem banidos do poder com o amplo apoio dos grupos simpáticos à reconstrução da democracia e dos direitos civis.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Graduado em História
sexta-feira, 17 de maio de 2013
AMORES E AMORAS,
ESTOU POSTANDO O TEXTO DE REVOLUÇÃO RUSSA.
ESTOU POSTANDO O TEXTO DE REVOLUÇÃO RUSSA.
REVOLUÇÃO
RUSSA
Introdução
No começo
do século XX, a Rússia era um país de economia atrasada e dependente da
agricultura, pois 80% de sua economia estava concentrada no campo (produção de
gêneros agrícolas).
Rússia
Czarista
Os
trabalhadores rurais viviam em extrema miséria e pobreza, pagando altos
impostos para manter a base do sistema czarista de Nicolau II. O czar governava
a Rússia
de forma absolutista, ou seja, concentrava poderes em
suas mãos não abrindo espaço para a democracia. Mesmo os trabalhadores urbanos, que
desfrutavam os poucos empregos da fraca indústria
russa, viviam descontentes com os governo do czar.
No ano de
1905, Nicolau II mostra a cara violenta e repressiva de seu governo. No
conhecido Domingo Sangrento, manda seu exército fuzilar milhares de
manifestantes. Marinheiros do encouraçado Potenkim também foram reprimidos pelo
czar.
Começava
então a formação dos sovietes (organização de trabalhadores russos) sob a
liderança de Lênin. Os bolcheviques começavam a preparar a revolução socialista na Rússia e a queda da monarquia.
A Rússia
na Primeira Guerra Mundial
Faltava
alimentos na Rússia czarista, empregos para os trabalhadores, salários dignos e
democracia. Mesmo assim, Nicolau II jogou a Rússia numa guerra mundial. Os
gastos com a guerra e os prejuízos fizeram aumentar ainda mais a insatisfação
popular com o czar.
Greves,
manifestações e a queda da monarquia
As greves
de trabalhadores urbanos e rurais espalham-se pelo território russo. Ocorriam
muitas vezes motins dentro do próprio exército russo. As manifestações
populares pediam democracia, mais empregos, melhores salários e o fim da
monarquia czarista. Em 1917, o governo de Nicolau II foi retirado do poder e
assumiria Kerenski (menchevique) como governo provisório.
A
Revolução Russa de outubro de 1917
Com
Kerenski no poder pouca coisa havia mudado na Rússia. Os bolcheviques, liderados
por Lênin, organizaram uma nova revolução que ocorreu em outubro de 1917.
Prometendo paz, terra, pão, liberdade e trabalho, Lênin assumiu o governo da
Rússia e implantou o socialismo. As terras foram redistribuídas para
os trabalhadores do campo, os bancos foram nacionalizados e as fábricas
passaram para as mãos dos trabalhadores.
Lênin
também retirou seu país da Primeira Guerra Mundial no ano de 1918. Foi
instalado o partido único: o PC (Partido Comunista).
A
formação da URSS
Após a
revolução, foi implantada a URSS ( União das Repúblicas Socialistas
Soviéticas). Seguiu-se um período de grande crescimento econômico,
principalmente após a NEP ( Nova Política Econômica ). A URSS tornou-se uma
grande potência econômica e militar. Mais tarde rivalizaria com os Estados
Unidos na chamada Guerra Fria. Porém, após a revolução a situação
da população geral e dos trabalhadores pouco mudou no que diz respeito à
democracia. O Partido Comunista reprimia qualquer manifestação considerada
contrária aos princípios socialistas. A falta de democracia imperava na URSS.
Os
líderes da União Soviética durante o regime socialista:
-
Vladimir Lenin (8 de novembro de 1917 a 21 de janeiro de 1924)
- Josef Stalin (3 de abril de 1922 a 5 de março de 1953)
- Nikita Khrushchov (7 de setembro de 1953 a 14 de outubro de 1964)
- Leonid Brejnev (14 de outubro de 1964 a 10 de novembro de 1982)
- Iúri Andopov (12 de novembro de 1982 a 9 de fevereiro de 1984)
- Konstantin Chernenko (13 de fevereiro de 1984 a 10 de março de 1985)
- Mikhail Gorbachev (11 de março de 1985 a 24 de agosto de 1991)
- Josef Stalin (3 de abril de 1922 a 5 de março de 1953)
- Nikita Khrushchov (7 de setembro de 1953 a 14 de outubro de 1964)
- Leonid Brejnev (14 de outubro de 1964 a 10 de novembro de 1982)
- Iúri Andopov (12 de novembro de 1982 a 9 de fevereiro de 1984)
- Konstantin Chernenko (13 de fevereiro de 1984 a 10 de março de 1985)
- Mikhail Gorbachev (11 de março de 1985 a 24 de agosto de 1991)
REVOLUÇÃO
RUSSA
Introdução
No começo
do século XX, a Rússia era um país de economia atrasada e dependente da
agricultura, pois 80% de sua economia estava concentrada no campo (produção de
gêneros agrícolas).
Rússia
Czarista
Os
trabalhadores rurais viviam em extrema miséria e pobreza, pagando altos
impostos para manter a base do sistema czarista de Nicolau II. O czar governava
a Rússia
de forma absolutista, ou seja, concentrava poderes em
suas mãos não abrindo espaço para a democracia. Mesmo os trabalhadores urbanos, que
desfrutavam os poucos empregos da fraca indústria
russa, viviam descontentes com os governo do czar.
No ano de
1905, Nicolau II mostra a cara violenta e repressiva de seu governo. No
conhecido Domingo Sangrento, manda seu exército fuzilar milhares de
manifestantes. Marinheiros do encouraçado Potenkim também foram reprimidos pelo
czar.
Começava
então a formação dos sovietes (organização de trabalhadores russos) sob a
liderança de Lênin. Os bolcheviques começavam a preparar a revolução socialista na Rússia e a queda da monarquia.
A Rússia
na Primeira Guerra Mundial
Faltava
alimentos na Rússia czarista, empregos para os trabalhadores, salários dignos e
democracia. Mesmo assim, Nicolau II jogou a Rússia numa guerra mundial. Os
gastos com a guerra e os prejuízos fizeram aumentar ainda mais a insatisfação
popular com o czar.
Greves,
manifestações e a queda da monarquia
As greves
de trabalhadores urbanos e rurais espalham-se pelo território russo. Ocorriam
muitas vezes motins dentro do próprio exército russo. As manifestações
populares pediam democracia, mais empregos, melhores salários e o fim da
monarquia czarista. Em 1917, o governo de Nicolau II foi retirado do poder e
assumiria Kerenski (menchevique) como governo provisório.
A
Revolução Russa de outubro de 1917
Com
Kerenski no poder pouca coisa havia mudado na Rússia. Os bolcheviques, liderados
por Lênin, organizaram uma nova revolução que ocorreu em outubro de 1917.
Prometendo paz, terra, pão, liberdade e trabalho, Lênin assumiu o governo da
Rússia e implantou o socialismo. As terras foram redistribuídas para
os trabalhadores do campo, os bancos foram nacionalizados e as fábricas
passaram para as mãos dos trabalhadores.
Lênin
também retirou seu país da Primeira Guerra Mundial no ano de 1918. Foi
instalado o partido único: o PC (Partido Comunista).
A
formação da URSS
Após a
revolução, foi implantada a URSS ( União das Repúblicas Socialistas
Soviéticas). Seguiu-se um período de grande crescimento econômico,
principalmente após a NEP ( Nova Política Econômica ). A URSS tornou-se uma
grande potência econômica e militar. Mais tarde rivalizaria com os Estados
Unidos na chamada Guerra Fria. Porém, após a revolução a situação
da população geral e dos trabalhadores pouco mudou no que diz respeito à
democracia. O Partido Comunista reprimia qualquer manifestação considerada
contrária aos princípios socialistas. A falta de democracia imperava na URSS.
Os
líderes da União Soviética durante o regime socialista:
-
Vladimir Lenin (8 de novembro de 1917 a 21 de janeiro de 1924)
- Josef Stalin (3 de abril de 1922 a 5 de março de 1953)
- Nikita Khrushchov (7 de setembro de 1953 a 14 de outubro de 1964)
- Leonid Brejnev (14 de outubro de 1964 a 10 de novembro de 1982)
- Iúri Andopov (12 de novembro de 1982 a 9 de fevereiro de 1984)
- Konstantin Chernenko (13 de fevereiro de 1984 a 10 de março de 1985)
- Mikhail Gorbachev (11 de março de 1985 a 24 de agosto de 1991)
- Josef Stalin (3 de abril de 1922 a 5 de março de 1953)
- Nikita Khrushchov (7 de setembro de 1953 a 14 de outubro de 1964)
- Leonid Brejnev (14 de outubro de 1964 a 10 de novembro de 1982)
- Iúri Andopov (12 de novembro de 1982 a 9 de fevereiro de 1984)
- Konstantin Chernenko (13 de fevereiro de 1984 a 10 de março de 1985)
- Mikhail Gorbachev (11 de março de 1985 a 24 de agosto de 1991)
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